Conheça as ficções cristãs lançadas no Brasil

Não sabia que há uma biblioteca de ficções cristãs para você ler? Veja aqui uma lista completa com os títulos publicados em nosso país.

Frank Peretti que o Brasil não conhece

Saiba que Frank Peretti tem muito mais lá fora do que "Este Mundo Tenebroso". Veja quais sucessos dele ainda não deu as caras por aqui.

Leia a resenha de A Negociadora

Um dos grandes sucessos da escritora Dee Henderson é a série O'Malley. Saiba mais sobre esse primeiro livro da série.

Livro impresso "Ilusão: O Poder e o Engano"

Uma ficção cristã de suspense que você não vai para de ler até o final da história. Adquira já o livro impresso publicado pela Upbooks.

Tudo que tenho é Cristo

Assista a essa animação emocionante que nos mostra o que está reservado ao cristão que persevera até o fim.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

FILME: Teólogos chamam Êxodo: Deuses e Reis de antibíblico

Boicotes podem ter afetado desempenho do longa nas bilheterias.

Teólogos chamam Êxodo: Deuses e Reis de antibíblico Com um custo estimado de 140 milhões de dólares, o filme Êxodo: Deuses e Reis arrecadou apenas 24 milhões em sua primeira semana de exibição. Segundo especialistas, será preciso uma performance surpreendente no restante do mundo para não ser mais uma adaptação bíblica fracassada. A exemplo do que aconteceu com “Noé”, que foi massacrado pela crítica e rendeu bem menos do que o esperado, “Êxodo” foi muito criticado por não fazer uma leitura cinematográfica fiel do texto bíblico.

O maior termo de comparação é “Os 10 Mandamentos” (1956), um dos filmes mais conhecidos de todos os tempos. Embora quase 50 anos atrás a adaptação tenha usado elementos não bíblicos, o essencial da narrativa estava presente.

Porém, o diretor Ridley Scott conseguiu atrair a fúria de ativistas americanos que classificaram o filme como “racista” e pediram boicote. Teólogos cristãos e judeus também recomendaram que os fiéis não vejam o longa.

Os problemas começaram quando se divulgou ano passado quem viveria os personagens principais. Todos são artistas brancos, o que seria pouco provável numa narrativa passada no Egito, um país africano. Mais do que isso, os negros que aparecem no filme são retratados como um ladrão, um assassino, um serviçal do faraó ou um cidadão egípcio de classe baixa.

Ridley Scott chegou a comentar o assunto em entrevistas, atribuindo suas escolhas a pesquisas de marketing. De fato, é sabido que faces conhecidas e atores de renome facilitam a aceitação por parte do público. Christian Bale, que interpreta Moisés, também não ajudou muito o departamento de marketing ao declarar que via seu personagem como um “terrorista” e fez críticas aos judeus em geral.

“Por mais que eu ame um bom filme bíblico, vou boicotar este”, escreveu Segal Samuel no site Jewish Daily Forward. “E convido meus companheiros judeus para que se juntem a mim”.

Um dos aspectos que mais chateou os teólogos que já viram o filme –cuja estreia no Brasil será em 25 de dezembro – é o fato de Deus ser representado como uma “criança voluntariosa”. O ator britânico Isaac Andrews, de 11 anos de idade, oferece sua voz e rosto para a ideia do Todo-Poderoso que se comunica com Moisés. Ele substitui a sarça ardente onde o Senhor falou com Moises no deserto.

“Para qualquer pessoa que tenha alguma relação com Deus e as Sagradas Escrituras, seria difícil aprovar o que foi feito”, disse o Chris Stone. Gary A. Rendsburg, professor de estudos judaicos na Universidade Rutgers, lembra que Deus ser visto faria com que o humano caísse morto, segundo o capítulo 33 do livro do Êxodo.

Ao Hollywood Reporter, o diretor Scott disse apenas que se norteou “pelos seus instintos” quando decidiu representar a Deus como menino para “evitar os clichês”.

Também não ajudam as declarações de Christian Bale, que chamou o Deus do Velho Testamento de “volátil” e Moisés de “esquizofrênico” por acreditar que falava com Deus. Diversos sites cristãos deram espaço para as declarações, gerando controvérsia.</ br> Ken Ham, influente escritor e apologeta, criticou o filme, dizendo que o enredo “diminui” a Deus, tirando sua glória ao apresentar explicações científicas para todos os milagres que ocorreram para a libertação do seu povo do Egito.

Uma das poucas vozes dissonantes é a do reverendo Floyd Flake, da catedral Greater Allen A.M.E., de Nova York, o qual acredita que muitos cristãos farão uma ligação de um “Deus menino” com os relatos sobre o nascimento de Cristo, no Novo Testamento.

Em parte, a estratégia do estúdio Fox e a da produtora Chernin Entertainment não é promover a produção como um relato religioso, mas enfatizar que se trata de um filme de ação. O site Faith Driven Consumer, especializado em entretenimento cristão deu a Êxodo 2.5 estrelas na cotação que vai até 5, alegando que assim como “Noé”, este filme pode enganar que procura por “relevância bíblica”.

Fonte: GospelPrime
Com informações de Charisma News e Answers in Genesis

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

FILME/ OPINIÃO: Filme vai contar a história de ex-gay que se tornou pastor

A história do pastor Michael Glatze será retratada nas telonas, contando como um militante do movimento gay se tornou pastor evangélico e começou a pregar contra a prática homossexual.

O filme será dirigido por Justin Kelly, tendo Gus Van Sant como produtor executivo. Segundo o site Omelete a produção do longa já tem alguns atores confirmados: James Franco no papel principal; Zachary Quinto, como o ex-namorado de Michael e Emma Roberts como a atual namorada do ex-gay.

O roteiro do filme foi baseado no artigo “My Ex Gay Friend” publicado em 2011 na New York Times Magazine escrito por Benoit Denizet-Lewis. No texto o autor conta como Glatze era empenhado no trabalho das revistas gays XY e na YGA (Young Gay America) sendo que esta segunda ele atuava como co-fundador.

Em julho de 2007 Glatze deixou de ser um militante da causa homossexual e incentivador de jovens para se tornar evangélico ao se converter na A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (igreja que deixou tempo depois para frequentar outra denominação).

Ao falar sobre seu passado como homossexual, ele escreveu que se tornou gay em um momento de fraqueza. “A homossexualidade veio fácil para mim, porque eu já estava fraco”, escreveu ele para uma revista americana de extrema-direita.

Quando escreveu o artigo para a New York Times Magazine, Denizet-Lewis relatou como encontrou seu amigo de militância e tudo o que ele sentiu ao ver que ele se tornara em um militante “anti-gay” por passar a pregar contra a homossexualidade.

O longa não tem previsão de estreia, após definir todo o elenco o filme dará início às filmagens. Além de Justin Kelly e Gus Van Sant, Vince Jolivette, Michael Mendelsohn, Ron Singer e Scott Reed também fazem parte da produção.

[MINHA OPINIÃO]:
Um filme desses é muito interessante e válido, mas já estou desconfiado com a escolha dos atores. Um exemplo disso é Zachary Quinto, que é gay assumidíssimo. Creio que ele não aceitaria participar de um filme que realmente abordaria essa temática de forma séria, biblicamente falando.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

FILME/ OPINIÃO: Pesquisa revela que cristãos querem filmes “mais bíblicos”

Por Jarbas Aragão

Pesquisa mostra que público está mais exigente 


Cristãos querem filmes “mais bíblicos”Uma nova pesquisa mostra que os espectadores cristãos querem ver filmes “biblicamente mais corretos”. Os dados do levantamento foram divulgados pela Christian News Service, que constatou que “a exatidão histórica e bíblica é importante” para a maioria dos cristãos.
 
“A pesquisa teve como objetivo orientar a indústria do cinema e da televisão em sua produção de filmes baseados nas histórias bíblicas ou que falem abertamente sobre Deus.  Os resultados mostram claramente que o público leva a sério a precisão ao abordar tanto os relatos bíblicos quanto os históricos”, disse Russ Jones, presidente e CEO da Christian News Service.

Entre os aspectos de destaque estão:
Tabela-Filmes-bíblicos

Estrelado por Christian Bale, que viverá Moisés no longa da Fox Film dirigido por Ridley Scott, “Êxodo: deuses e reis” promete ser mais um passo na tentativa de Hollywood de reviver os grandes épicos bíblicos que marcaram a geração passada.

Após a controvérsia deste ano envolvendo o filme “Noé”, muito criticado pelos seus “erros bíblicos”, 2014 viu o sucesso de um filme com baixo orçamento como “O Filho de Deus”. Além disso, “Deus não está morto” e “O Céu é de verdade” tiveram resultados surpreendentes nas bilheterias.

Deus e Reis chegará às telas em dezembro, mas em outubro sairá “Deixados Para Trás”, filme sobre eventos apocalípticos baseado na conhecida série de livros cristãos de Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins. Estrelado por Nicolas Cage, a refilmagem continua sendo uma grande incógnita por conta do fracasso na primeira tentativa, em 3 filmes estrelados por Kirk Cameron.

Na última década vários filmes independentes, feitos por igrejas, alcançaram grande popularidade na venda de DVDs, embora muitos nunca tenham sido exibidos nos cinemas. É o caso de longas como Enfrentando os Gigantes, A Prova de Fogo e Corajosos. Essa iniciativa chamou atenção de Hollyood, que na década de 1950 teve uma fase com grandes produções de temas religiosos.

Para os próximos anos, estão previstas várias produções com temática cristã, como o remake de “Ben-Hur”. “Maria, Mãe de Cristo” que já está em produção, “Golias” que, em princípio mostraria Taylor Lautner (Crepúsculo) e Dwayne “The Rock” Johnson como Davi e Golias. “Pôncio Pilatos”, que poderá estrelar Brad Pitt no papel principal.

Postado em CinemaGospelPrime.com

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

OPINIÃO/ FILMES: Emissoras de TV evangélica por favor transmitam filmes cristãos!

Não tenho nada contra os canais da televisão que pertencem as igrejas evangélicas, creio que eles estão no ar devido a contribuição dos fiéis e são canais de benção para as familias brasileiras, todavia creio que este veículo de comunicação deveria ser melhor aproveitado, com toda a humildade de alguém que não sabe o custo para manter ou projetar uma melhor programação.

Os canais  evangélicos, isso incluí a Rede Família, Tv Boas Novas, Tv Bom Tempo, Rede Super e Rit TV, praticamente, com algumas exceções, como a Rede Super que transmite o curta metragem "Que Amor é Esse?" e o filme Jesus, não investem em filmes evangélicos, não criam um horário nobre, como as 22 horas para passar um belo filme de conteúdo cristão, pelo contrário, normalmente o tempo é utilizado apenas para  pregações.

Jesus quando pregava para o povo usava parabolas, na verdade ele é o maior roterista de todos os tempos, creio que ele só não usou a nossa mídia, porque não existia na época. Ele mostrou toda a sua sabedoria divina exemplificando para os seus ouvintes os principíos do Reino de Deus, através de histórias. Creio que nós como seguidores de nosso Senhor devemos fazer o mesmo e os filmes de temática cristã são uma ferramenta  poderosa para isso. Fica aqui o meu pedido!

Paulo S.S.C. Castro
Editor do Cinema Cristão

sexta-feira, 18 de maio de 2012

OPINIÃO/ FILMES: Cinema é arte, evangelho é mensagem

O mercado tido como "gospel", cresce muitas vezes satanizando aquilo que é produzido fora da igreja ou por pessoas que não são cristãs. Mas será que esta dualidade está correta, entre a arte e a mensagem? Creio que não, o cinema mundial assim como tudo, possuí suas várias faces, podemos assistir filmes como "O senhor das Armas" e elogiar sua mensagem contra a industria da guerra, podemos até falar que sua mensagem é cristã, pois ele abre os olhos da sociedade criticando o  egoísmo e a indiferença humana.

Outro filme Hollywoodiano que está de parabéns é o clássico "Hotel Ruanda", que aborda o ódio étnico, uma crítica ferrenha as atrocidades motivadas por xenofobia, afinal como valor do Reino, podemos ter a certeza que Deus não faz distinção entre Judeus e gregos, homens livres e escravos. Hollywood só é demoniaco de vez em quando,  um  exemplo válido é os filmes estilo "American Pie", que banalizam a sexualidade e pervertem os jovens.

Então o porque criar um Cinema Cristão? Primeiramente o nome é antagônico a proposta, o cinema é arte e não é cristão, é humano, é uma forma de comunicação, todavia sua  mensagem pode propagar o cristianismo, isto pode ser de forma implicita, como o filme "As Crônicas de Nárnia", ou explicita como a produção brasileira "Que Amor é Esse?".

Enfim também não podemos ser reducionistas no roteiro e pensar no clichê "homem pecador conhece a Cristo e sua vida muda,"  ou então "cristão criado na igreja se desvia, até que ele volta para Deus". Estes filmes já foram produzidos ínumeras vezes, o título muda, mas o roteiro continua o mesmo. Precisamos inovar, pensar no cinema que passa uma mensagem sobre o meio ambiente e Deus, a política e a Bíblia, a economia e a Bíblia, as correntes filósoficas de nossa época e o que a Bíblia fala, sexualidade e a visão de Deus para a vida conjugal.

Nossa arte precisa de melhoras em seu conteúdo, se não continuaremos com clichês rotineiros que não agradam nem cristãos e muito menos aqueles que não conhecem o evangelho. Vamos melhorar o cinema, com mensagens cristãs que são mais que um "testemunho de vida", precisamos pensar nos anseios da sociedade e mostrar o ponto de vista cristão sobre os temas relevantes em nossa geração.

Por Paulo S.S.C. Castro, editor do Cinema Cristão