segunda-feira, 27 de agosto de 2012

RESENHA/ LIVRO: As crônicas de Aedyn - Os escolhidos [Ed. Hagnos]

As crônicas de Aedyn - Os escolhidosTítulo: As crônicas de Aedyn - Os escolhidos
Subtítulo: Um fantasia inesquecível
Autores: Alister McGrath , Voytek Nowakowski
Editora: Hagnos
Selo: United Press
Edição: 2011
Páginas: 184

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SINOPSE: A terra de Aedyn é uma região encantadora, um paraíso para além de toda imaginação. Espécie de universo paralelo à dimensão dos humanos, desconhecido por todos – exceto pelos jovens Pedro e Julia. Os dois irmãos, durante uma estada na casa dos avós em Oxford, no Reino Unido, jamais poderiam suspeitar que as férias tomariam um rumo totalmente inusitado.

Numa bela noite iluminada pela luz, Julia e Pedro são atraídos por um chafariz no quintal da casa. Ao andarem pelo jardim, Julia tropeça e cai na água, puxando seu irmão consigo. De maneira misteriosa, os dois vão parar em um estranho mundo habitado por seres fantásticos, marcado por  estranhos ruídos e gente fora do comum – como um monge de 500 anos de idade que fala de uma antiga lenda sobre duas crianças que um dia viriam para salvar Aedyn de seus opressores.



Esta é apenas parte do enredo de Escolhidos, da série “As Crônicas de Aedyn”, do renomado escritor cristão Alister McGrath. Dono de grande erudição, com formação teológica e científica, o irlandês McGrath transpõe para Escolhidos uma carga enorme de criatividade, suspense e espiritualidade, na medida para agradar ao público infantojuvenil. Quando Aedyn é tomada de surpresa por misteriosos senhores que confiam apenas em sua própria razão, a dupla de heróis é levada a agir, mesmo sem saber em quem confiar, se no velho monge, nos misteriosos encapuzados ou nos escravos silenciosos que guardam um estranho segredo.

Em sua luta pela verdade e pela justiça, conseguirão Pedro e Julia encontrar coragem suficiente para enfrentar seu próprio destino?

Uma coisa é certa: eles terão de descobrir quem realmente são, lutando batalhas que os deixarão desesperados antes que possam conduzir a outros numa revolução libertadora.

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Uma surpresa superagradável foi o contato da editora Hagnos conosco para nos enviar os dois livros da série As crônicas de Aedyn. Já estava me preparando para adquirí-lo ou consegui-lo no Skoob. Estava curioso em saber do que se tratava esse livro de fantasia e quando comecei a ler, logo vi que iria terminá-lo logo, pois a linguagem não era tão rebuscada e a narrativa não era daquelas que ficavam enrolando, mas sempre sempre ao que interessa.

Os heroís são Julia e Pedro que estão na Inglaterra, na cada dos avós esperando o pai deles, e se sentem atraídos por uma luz prateada que emana do jardim. Alguma magia os transporta do jardim para a ilha de Aedyn, que é comandada por três lordes, que usam máscaras que lhe dá seus nomes: Lobo, Leopardo e Chacal. Estes três, a princípio, são corteses, mas logo se nota que são tiranos.

Julia é avisada da crueldade dos três lordes, que traíram Marcus, o antigo líder do povo, e estinguiu o pensamento espiritual das pessoas, tentando fazer com que esquecessem do Senhor dos Exércitos (Deus), aquele que os tinha salvado de uma tragédia em sua antiga terra e os guiado, através de Marcos, até a ilha de Aedyn.

O livro relata que havia uma profecia da chagada de duas pessoas para combater os lordes e libertar o povo:

"- Os honrados estranhos chegaram - ele disse suavemente. - E o Senhor dos Exércitos visitará e restaurará o seu povo. Ele viu o sofrimento nas mãos de nossos opressores, e o tempo chegou. Ele providenciou um libertador que anulará o poder dos tenebrosos lordes."

Entretanto, havia também profecias que alguém maior que eles e maior do que Marcus havia de vir para libertá-los de todo mal:

"Mas um dia, uma Redentor virá... Ele derrotará as forças tenebrosas do mal e da morte. Nós só podemos resisti-las, mas ele pode quebrar a origem do poder delas e expulsar a sua presença. O ungido virá. Nós somos os precursores, e preparamos o caminho. Sua hora ainda não chegou."

Podemos ver aqui a figura de Cristo, que na terra de Aedyn (uma terra-fantasia) ainda é esperado. Pedro e Julia, ao lado dos escravos de Aedyn, começam a lutar contra os três lordes e seus soldados para libertar o povo e seus filhos, estes reféns dos lordes para que os pais fossem obedientes. A grande batalha ocorre no final, mas... o resultado dessa batalha você só saberá após ler esse livro!

Prepare-se também para ler o 2º volume dessa série: O voo dos exilados. veja a capa abaixo:

As crônicas de Aedyn - O voo dos exilados

5 comentários:

Deise disse...

Lembro muito As Crônicas de Nárnia. Mesmo assim me interessei.

Abraços

Deise

Felipe Fagundes disse...

As Crônicas de Nárnia total. Espero que o autor saiba explorar outros pontos de uma história como essa porque a obra de CS Lewis cativou muita gente. Se for só mais do mesmo, Aedyn ficará prejudicado.

Tenho esse livro em casa mas até hoje não me animei pra ler por causa dessa semelhança gritante.

Naasom A. Sousa disse...

Tem, certamente, alguma coisa de Nárnia, mas não intencionalmente, pessoal. O negócio é que qualquer livro de fantasia agora a gente remete logo a Nárnia, mas tem suas diferenças, sim. Basta ler e tirar suas conclusões. Um exemplo legal foi que Pedro, em Aedyn, tem conhecimento de guerra, pois o pai dele é combatente naval e o avô dle é aficcionado por navios e histórias de guerra. Pedro conhece a fórmula da pólvora e isso lhe renderá algumas encrencas sérias com os lordes de Aedyn. Só isso já é um diferencial grande entre as duas obras. Abraço.

Willians disse...

aAcabei de ler o primeiro e curti muito, livro de leitura rápida, sem embromação vai direto ao ponto e te prende do inicio ao fim, vou comprar o segundo nem sabia que tinha saído ... parabéns pelo blog.

Jobson Degi disse...

Li o livro mas não gostei muito não. Sim, ele se parece bastante com Nárnia, mas é beeem mais "pobre". Acho que os fatos acontecem rápido demais, e por isso deixa algumas coisas no ar, sem uma explicação.
:)