Conheça as ficções cristãs lançadas no Brasil

Não sabia que há uma biblioteca de ficções cristãs para você ler? Veja aqui uma lista completa com os títulos publicados em nosso país.

Frank Peretti que o Brasil não conhece

Saiba que Frank Peretti tem muito mais lá fora do que "Este Mundo Tenebroso". Veja quais sucessos dele ainda não deu as caras por aqui.

Leia a resenha de A Negociadora

Um dos grandes sucessos da escritora Dee Henderson é a série O'Malley. Saiba mais sobre esse primeiro livro da série.

Livro impresso "Ilusão"

Uma ficção cristã de suspense que você não vai para de ler até o final da história. Adquira já o livro impresso ou o eBook baratíssimo.

Tudo que tenho é Cristo

Assista a essa animação emocionante que nos mostra o que está reservado ao cristão que persevera até o fim.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

E-BOOK: O AGENTE - Jerry Jenkins.



Do mesmo autor da série Deixados para trás.

Pós-guerra. Pós-religiões. Antes do fim.
Milhões de vidas ceifadas pela III Guerra Mundial. Todas as religiões banidas, na tentativa de garantir a paz. Milhares de cristãos perseguidos, torturados e mortos. Agentes especiais apagam os últimos focos da resistência. Mas ainda não é o fim.
O agente é um romance futurista de tirar o fôlego, escrito por um dos maiores ficcionistas da atualidade. Jerry Jenkins , com sua narrativa eletrizante, nos conduz a um futuro por muitos almejado, sem guerras e sem religiões. Contudo, nem mesmo a tão desejada paz mundial é suficiente para impedir o curso da história.
Na esteira da III Guerra Mundial, o mundo decidiu, como nunca antes, eliminar a guerra. Milhões de pessoas morreram no último conflito, e países inteiros foram destruídos. Agora, todas as nações concordaram em remover a mais séria ameaça à paz mundial. A solução? Proibir a religião.

Sem religião, a paz reina na terra
Paul Stepola desempenha um papel fundamental na repressão mundial aos extremistas religiosos. Como um agente trabalhando para a Organização Nacional da Paz, Paul sente a maior satisfação em seu trabalho. Para ele, não é suficiente que a lei tenha obrigado os fiéis a permanecerem na clandestinidade. Com recursos ilimitados à sua disposição, está determinado a descobrir os fanáticos religiosos... e destruí-los.
A busca leva-o a revelações surpreendentes. Ocorrem eventos sobrenaturais que ele não é capaz de explicar. O movimento religioso clandestino diz que são milagres. Paul classifica-os de conspirações. Mas quando um evento assim o envolve pessoalmente, Paul não pode mais negar a verdade.
Quando o mundo descobrirá o clímax espantoso desses acontecimentos?
Quando as nações saberão que estão experimentando um novo começo... o princípio do fim?

Os livros de Jerry Jenkins já venderam mais de 55 milhões de exemplares desde 1995. Ele é autor de mais de 150 livros, inclusive a série Deixados Para Trás, um grande sucesso no mundo inteiro. Onze de seus livros entraram na lista de bestsellers do New York Times. Também apareceram nas listas de USA Today, Publisher's Weekly, e Wall Street Journal.

PARA FAZER O DOWNLOAD de O AGENTE
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E-BOOK: A PEREGRINA - John Bunyan




A segunda parte da clássica obra de John Bunyan. O autor, em seu segundo livro, narra a história de Cristiana.
Depois da morte de seu esposo (o peregrino) , ela se arrepende, e recebe uma mensagem divina que a chama à peregrinação, que ela inicia junto com seus filhos.

PARA FAZER O DOWNLOAD de A PEREGRINA (zipado)
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E-BOOK: O PEREGRINO - John Bunyan

O peregrino é uma narrativa cheia de emoção e suspense. Bunyan relata a viagem de Cristão, um peregrino espiritualmente abatido que viaja rumo à Cidade Celestial. No decorrer da aventura, ele se encontra com personagens de carne e osso, mas que possuem nomes alegóricos, tais como Evangelista, Adulação, Malícia, Apoliom e Vigilância. Passa por lugares sombrios e medonhos, como o Desfiladeiro do Desespero, o Pântano da Desconfiança, a Feira das Vaidades e o Rio da Morte. Surge em cada encruzilhada um novo desafio que ameaça sua chegada ao destino final. O enredo mescla-se à interpretação simbólica, e o resultado é uma incrível experiência literária e espiritual. Sua primeira publicação deu-se no século 17.

O peregrino é a maior obra de ficção na história do cristianismo. Para milhões de leitores, a história de Cristão serve como supremo modelo de perseverança em meio a dificuldades.

Baixe já e aproveite. Arquivo em PDF.

PARA FAZER O DOWNLOAD de O PEREGRINO (zipado)
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E-BOOK: Fred e Edmundo - um conto gospel.

Esse e-book conta de forma crítica e humorada a visão de dois jovens do que é a igreja, levando os leitores à reflexão do seu papel no corpo de Cristo.
Uma leitura rápida e agradável.

Para baixar o e-book no 4SHARED -
[clique aqui].

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Nos EUA: Novela de Frank Peretti - "Mayday at Two Thousand Five Hundred".

book cover of   Mayday at Two Thousand Five Hundred   by  Frank Peretti
Mayday às Dois Mil e Quinhentos - Uma novela de Frank Peretti
Publicado em 2005

Jay Cooper de quatorze anos de idade está apreciando o visão de seu tio Rex Cessna quando umas voadoras 757 a toda velocidade passada por eles. Pegos numa turbulência de vento, seu avião pequeno é violentamente agitado, deixando Rex inconsciente e levando Jay a ficar cego com um dano de cabeça.

Com combustível que está vazando ramidamente para fora, Jay entrando e saindo de um estado de consciência, e o planador indo diretamente para uma cordilheira... Esta alta/voadora aventura mostra à importância da fé, de como Jay enfrenta numerosos perigos não vistos.

QUADRINHOS: Trilogia do Círculo.

Em Novembro passado foi lançado nos Estados Unidos a série "Circle Trilogy Graphic Novels", composta por 3 quadrinhos baseados em obras do escritor ficcional Ted Dekker que figuraram nos mais vendidos do The New York Times. Lançados pela Thomas Nelson, os quadrinhos Black, Red e White possuem 136 páginas cada.

Uma história como nenhuma outra

Trilogia do Círculo narra a história épica de Thomas Hunter, um homem que fica entre o aniquilamento de dois mundos separados apenas por seus sonhos. Ao final do dia, três milhões de pessoas infectadas por um vírus mortal. Não existem vacinas. Thomas é a única esperança da humanidade, e ele morreu hoje. Duas vezes.

Ted Dekker disse que ficou satisfeito com o resultado dos quadrinhos, "os que gostaram dos livros não ficarão decepcionados com este lançamento".

Para saber mais sobre a Circle Trilogy Graphic Novels, e para ler uma amostra do Livro I, Black, visite http://www.thecircletrilogy.com

Sobre o autor
Ted Dekker já vendeu mais de 3 milhões de livros nos EUA. No Brasil foram lançados "Trovões do Paraíso" (Novo Século), "Three" (Thomas Nelson) e "Fim de Jogo" co-autoria com Frank Peretti (Thomas Nelson)

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Nova novela do SBT escrito por uma evangélica.

Já começou a produção da novela "Revelação", escrita por Íris Abravanel, mulher de Silvio Santos. Íris, que sempre foi uma dona de casa devotada, muito religiosa (é evangélica), e que sempre evitou se imiscuir nos negócios do marido, mudou: ela agora é uma dedicada funcionária do SBT, que vem trabalhando em tempo integral no Complexo Anhangüera.

Empolgada com a própria obra, Íris vem atuando também como produtora da novela, dando palpites desde o figurino até os cenários. A novela ainda não tem data para estrear e depende da aprovação da mexicana Televisa, que detém o monopólio de textos dramatúrgicos apresentados pelo SBT.

Ou seja, pelo contrato que só termina em 2009, o SBT só pode exibir novelas mexicanas. Mas, a pedido de Silvio Santos, a Televisa deverá aquiescer neste episódio, já que se trata da "patroa" do empresário e parceiro.

Já foram feitos testes com elenco (quase todos atores sem fama alguma) e escolhidos os primeiros locais de filmagem. A novela deve começar em Portugal.

"Revelação" será supervisionada por Yves Dumont, com apoio de uma equipe de redatores.

Ricardo Feltrin
colunista do UOL News

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Novela de Fé

Para que a próxima novela do SBT, "Revelação", dê ibope, até a fé foi escalada: um grupo evangélico, formado por membros da Igreja Vida Nova, tem se reunido nas últimas semanas para fazer uma "corrente de oração" para que a novela dê certo, "seja abençoada".

A obra é a primeira teledramaturgia de Íris Abravanel, mulher de Silvio Santos, o dono do SBT. Deve estrear na segunda quinzena de junho.

O grupo evangélico de Íris tem se reunido todas as semanas na casa de Silvio Santos, judeu tolerante. Ele não se importa com as reuniões, embora jamais tenha participado. As filhas do empresário também estão na igreja.

Nas orações semanais, os fiéis pedem "luz e inspiração" para Íris, especialmente na construção de personagens. Líderes da igreja Vida Nova acreditam que a novela será um "veículo para a fé".

Dinheiro, pelo menos, não falta à produção. Silvio Santos mandou erguer duas cidades cenográficas para a novela de sua mulher. Uma parte da trama vem sendo gravada em Jundiaí. É lá que vai morar o núcleo pobre. Na semana que vem, a emissora também abre sua cenografia no complexo Anhangüera. A cidade de Itu inspirou alguns cenários e também será palco de locações.

É a primeira produção dramática 100% brasileira do SBT após o contrato assinado com a Televisa, na década passada. Até então a emissora só podia exibir textos hispânicos da parceira mexicana. o SBT não divulga o enredo ou custos.

Fonte: BOL

terça-feira, 27 de maio de 2008

Novo filme da série Crônicas de Nárnia é o mais visto nos EUA.

E mais um grande lançamento chegou essa semana aos cinemas da América do Norte. Com boas críticas e expressivos 56,6 milhões de dólares em 3.929 salas, As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian finalmente conseguiu tirar o Homem de Ferro do primeiro lugar, onde ficou pelas duas últimas semanas.

O resultado, porém, ficou abaixo do esperado, já que O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, primeiro filme da série de Nárnia, tinha feito 65 milhões em dezembro de 2005.

Na trama de Príncipe Caspian, apenas um ano se passou para os irmãos Pevensie desde a primeira aventura, mas 1.300 anos de história transcorreram na dimensão de Nárnia, agora dominada pelos telmarinos, que baniram os animais falantes e as criaturas mitológicas. Assim, o reino precisa novamente da ajuda dos irmãos. Curiosamente, é um legítimo herdeiro dos telmarinos, Caspian, quem clama pelos reis em nome da antiga magia de Nárnia.

O longa chega ao Brasil em 30 de maio.
Fonte: Super Gospel

Veja o Trailer do Filme: As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian Trailer(Legendado)

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Um olhar sobre "filmes" e a criação evangélica no Brasil.

Pensei em escrever já há algum sobre filmes, afinal sou um cinéfilo de carteirinha. Mas o que escrever sobre isso? Ultimamente tenho assistido alguns que me chamaram atenção especial. Um é evangélico e o outro, contrapondo ao primeiro, um filme de terror/suspense feito na Espanha.

O primeiro é o ótimo "DESAFIANDO GIGANTES", onde um treinador de futebol americano meio que fracassado entrega sua vida a Jesus e vê sua situação difícil ser mudada. Achei esse filme fantástico na forma que ele vai conduzindo o espectador à grandeza de Deus e faz-nos vibrar com a vitória do time, entre outras coisas.

Já o segundo filme é "O ORFANATO", que mostra uma mulher cujo o filho começa a ter amigos imaginários que acabam por influenciar em toda a trama. Ela volta para o orfanato onde viveu com 6 crianças. Lá começam a acontecer coisas sobrenaturais que resultam no desaparecimento do filho dela. Um final triste e supreendente. Mas o que me chamou a atenção para assisti-lo foi o fato de ser espanhol. Será que a espanha sabe fazer filme assim? Indaguei-me. O interessante é que depois de assistir esse filme descobri que eles sabem. Não vou entrar em detalhes sobre o filme, ainda mais que acontece coisas que não acredito, como mortos voltarem para influenciar na vida dos vivos (isso é antibíblico). Porém, mais uma vez resurgiu a pergunta em minha cabeça: POR QUE OS BRASILEIROS NÃO FAZEM UM FILME INTERESSANTE, QUE CHAME A ATENÇÃO DAS PESSOAS?

O filme nacional que mais me chamou a atenção foi "CIDADE DE DEUS". E olha que o filme não era "essa coca-cola toda" como se fala na imprensa. Assisti muitos filmes americanos que não necessitaram de efeitos especiais e sim apenas de uma boa trama. Por que os brasileiros não podem produzir um enredo decente, sem palavrões e que termine bem no final (pra variar um pouco). Isso eu ainda pago pra ver um dia.

Agora puxando pra nós evangélicos...

Parece que os cristãos brasileiros estão de braços cruzados (e colados junto ao corpo) para as produções televisivas e cinematográficas. Não vi um sequer (a não ser duas produções pequenas - um deles feito por uma equipe que produziu um curta metragem de uma obra do meu amigo Rogério Cericatto; a outra eu nem me lembro do nome, mas tem como protagonista uma ex-atriz global convertida.) que tivesse uma boa repercussão entre os evangélicos brasileiros. Creio que livros e e-books de ficção com enredos no mínimo razoáveis é o que não faltam nas livrarias e internet.

Nessa hora eu me pergunto: onde estão as produtoras evangélicas desse país? MK, Diante do Trono, RIT, Record (que se diz de propiedade de uma igreja evangélica. Eu pasmo com isso.) e outras que nem sei o nome... Estão de olhos fechados para um instrumento poderoso: o audiovisual.

Filmes, seriados, novelas poderiam ser produzidos para atrair os olhares desse povo para Deus, seus propósitos, ensinamentos, desejo (que todos sejam salvos).
Mas ao invés disso só vemos clipes, programas de igrejas (glória a Deus por eles), e novelas em emissora cristã que não agrada a Deus (com certeza).

Li um versículo que diz: "porque os filhos deste mundo são mais sagazes para com a sua geração do que os filhos da luz." (Lucas 16:8b)

No Brasil infelizmente isso é visível no campo audiovisual. Os filhos do mundo tem inundado as mentes com suas mensagens por meio principalemente das novelas. Enquanto isso o povo de Deus está dormindo ao invés de estar produzindo para contrapor as obras do maligno.

Acorda meu povo! Povo de Deus!
Basta de contarmos apenas com músicas e pregações. Vamos inovar. Certamente se as produtoras evangélicas brasileiras fizessem uma pesquisa de material para a realizações de um projeto como série ou mini-série, novela, filme, se surpreenderiam com a quantidade de boas idéias que se tem por aí.

Nos EUA têm de sobra; no Brasil basta procurar que certamente se encontra.

Naasom A. Sousa
letrassantas@hotmail.com
26/05/2008.
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FILME: A Virada

Assiti esse filme ontem. Achei bom.
É dos mesmos criadores de Desafiando Gigantes, os irmãos Kendrick. Vale a locação ou compra.
Abaixo está a sinopse do site da BV FILMS:

NA VIDA DE TODO HOMEM EXISTE UM PONTO DECISIVO.

JAY AUSTIN QUER VENDER CARROS USADOS DA PIOR FORMA, E É EXATAMENTE COMO ELE FAZ NEGÓCIOS EM SUA CONCESSIONÁRIA. PROMETENDO MUITO MAIS DO QUE ELE PODE CUMPRIR, ELE FARÁ O QUE FOR NECESSÁRIO PARA VENDER UM CARRO. SEU JEITO MANIPULADOR INFLUENCIA TODOS OS SEUS RELACIONAMENTOS, ATÉ SUA ESPOSA E FILHO NÃO CONFIAM NELE.

MAS ENQUANTO JAY TRABALHA EM RESTAURAR UM CLÁSSICO CONVERSÍVEL, ELE COMEÇAR A VER QUE DEUS ESTÁ TRABALHANDO NO SEU RESTAURAR TAMBÉM. ENFRENTANDO A REALIDADE DE COMO ELE VERDADEIRAMENTE CONDUZ A SI PRÓPRIO, JAY AUSTIN COMEÇA A JORNADA DE SUA VIDA QUANDO APRENDE A HONRAR A DEUS COM SEUS NEGÓCIOS, SUAS RELAÇÕES E SUA VIDA!

Curiosidade: Foi feito em 2002, antes de Desafiando os Gigantes. Os bonus do DVD traz:
- COMENTÁRIO DOS IRMÃOS KENDRICK.
- MAKING OF DE "A VIRADA".
- CLIPES DE ESTUDOS BÍBLICOS.
- LEGENDAS EM 12 IDIOMAS.
- CENAS DELETADAS.
- UMA MENSAGEM ESPECIAL.
- E MUITO MAIS!

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E-BOOK: O Leitor de Corações

Você já imaginou se pudesse ouvir o que Deus ouve?


Se por algum tempo fosse agraciado com um dom sobrenatural que lhe desse a capacidade de ler os sentimentos das pessoas ou conhecer seus pensamentos e necessidades como se elas os expressassem verbalmente?

O personagem desta história fictícia, ao vivenciar tal experiência, é tomado de suores e calafrios e de um inquietante desejo de compartilhar o amor de Deus a todos os que o cercam.

A grande verdade é que, conquanto desprovidos deste dom ou atributo divino, e limitados nesse discernimento, há um mundo de pessoas à nossa volta conluiadas, inquietas, feridas, com necessidades espirituais profundas. Os problemas estão lá... bem no íntimo de suas almas. Um mundo de seres humanos opressos e reféns de um viver vazio e sem significado.
Uma missão de restauração e libertação dessas vidas.

O Leitor de Corações apresenta um desafio a todo cristão: olhar as pessoas com os olhos de Deus. Conscientizar-se de que há gemidos e clamores nem sempre audíveis, angústias e sofrimentos de toda sorte que infelicitam a vida das pessoas, e que Deus quer usá-lo nessa urgente e gloriosa missão de resgate.

Esta é, sem dúvida, uma história inspiradora. Leia-a!

O autor anônimo desta ficção já teve inúmeras obras listadas na indústria CBA e doou todos os royalties deste livro a uma organização missionária cristã sem fins lucrativos, a Samaritan's Purse (Bolsa do Samaritano).

Para fazer o download [CLIQUE AQUI]

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E-BOOK: O Sonho de Demba

O Sonho de Demba, foi escrito pelo Pr. Joed Venturini de Souza.

Trata-se de uma interessante ficção missionária, porém baseada em fatos reais. A ação do enredo se passa na Guiné-Bissau.

São 15 páginas que você lê de uma pegada só.
Tamanho: 155 KB.

Para baixar O Sonho de Demba, Clique Aqui.

Fonte:
www.veredasmissionarias.blogspot.com

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sexta-feira, 16 de maio de 2008

FILME - Smiligüido em: A Invasão. (Download)

Smilinguido e Piriá saem pela mata para fazer uma pesquisa para a aula do Mestre Formisã. O que eles não sabem é a grande descoberta que iriam fazer: uma grande invasão das formigas Sauvitas em uma grande área da floresta. Os dois amigos precisam correr para contar à Rainha o que está acontecendo, deixando as formigamigas diante de um impasse. Será que as Sauvitas quebraram o acordo? E se as Sauvitas não recuarem?

Tamanho: 390 mb
Formato: Dvdrip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Codec do Vídeo: Xvid
Codec do Áudio: MP3 LAME
Idioma: Portugues PT-BR

Para fazer o download [ CLIQUE AQUI ].

quinta-feira, 15 de maio de 2008

SÉRIE CRIS 02 - Segredos e Surpresas

Robin Jones Gunn

Sinopse:
Que outra explicação ela teria para, de repente, ir morar com a família na Califórnia? Como explicar o interesse que o rapaz mais cobiçado da escola começa a ter por ela? a facilidade com que está sendo bem aceita pelas novas amigas?

Mas todas essas novidades guardam também muitos "segredos e surpresas". Logo, logo, Cris percebe que os sonhos podem virar pesadelos. Primeiro, ela descobre que não está de mudança para a praia onde seus tios ricos moram, mas para uma cidadezinha mais para o interior chamada "Escondido". Na escola, toda vez que encontra com o Ricky, o "gato" que todas as suas colegas gostariam de namorar, acontece algo que a deixa completamente sem graça. Suas novas amigas são muito legais e divertidas, mas uma delas acaba envonvendo as outras numa tremenda confusão com a polícia.

Será que ela vai conseguir fazer com que seus sonhos virem realidade? Ela deve ou não deve buscar a ajuda de Deus nos momentos difíceis?

Para fazer o download [CLIQUE AQUI].

OBS: A SÉRIE CRIS É COMPOSTA DE 12 LIVROS.

NOVIDADE (EUA) The Dead Whisper On - T.L. Hines


The Dead Whisper On
Autor (a): T.L. Hines
Pags: 320
Editora: Bethany House
Data de Publicação: 2008

Sinopse:
Uma trama policial do autor de "Waking Lazarus!" Quando Candace MacHugh ouve a voz do seu pai morto falando das sombras, ela é levada a uma conspiração armada para assassinar --- algo preparado para ser uma combustão humana espontânea.
Candace realmente está se comunicando com o espírito de alguém do seu passado? Se ela não descobrir rápido, ela e milhares de outros literalmente podem subir em chamas.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

CONTO: O Corpo

Quando desceram o seu corpo da cruz, duas culturas continuaram de costas viradas uma para a outra. Fui para casa e não pude parar de pensar nisto.

As sombras eram já o limiar do shabat e o hálito dos cordeiros saia pelas janelas.

As mãos de Herodes e de Pilatos, que se haviam estreitado no dia anterior, significaram pouco. Dois sistemas de poderes nenhum dos quais tolerava o outro, já Tucídides, o grego, havia dito uma coisa parecida.

Romanos e judeus, que resistiram até à última hora aos incómodos daquela sexta-feira, não tiveram nenhum entendimento especial sobre o corpo dele.

Houve uma altura em que estiveram em silêncio com receio de o despertar. Aqueles minutos que se seguiram ao brado que o crucificado pronunciara na cruz, a natureza a desmoronar-se, o dia a desconstruir-se, o sol fazendo da terra um buraco negro, modificaram algumas insensibilidades e trouxeram também algum medo, cavado nos rostos. Mãos tiraram um som ôco dos peitos como lamentação seca, mas a emoção flutua como as nuvens e uma forma agora logo já não é.

Por isso, no dia seguinte, ninguém iria acordar sobressaltado, por causa do corpo que estava a ser descravado da cruz.

-Apresentava todos os sintomas-. Disse um romano, enquanto a mão esquerda afrouxava a pressão no punho da espada.

-O corpo dele estava sombrio, como a tarde que caía.

Esta apreciação veio de alguém que estivera no grupo daqueles que esperavam uma aparição de Elias. Queria significar com o «sombrio», com certeza, o facto da hora tardia em que o sol já estava para lá do mar.

-Se uma das razões pelas quais foi crucificado, foi por ser considerado sedicioso…- dialogava um velho rabino nas imediações do monte Caveira.

- Foi por ser um malfeitor!- interrompeu-o, bruscamente, um terceiro-, Que Caifás mandou prender Jesus, porque tinha a responsabilidade de reprimir aqueles que causavam problemas- concluiu.

-Se uma das razões foi essa, e por isso levaram seu corpo ao madeiro- retomou o velho a sua suposição-, vimo-lo ser descido da cruz não como um malfeitor, mas tratado com o cuidado com que se trata um justo.

- Desceram-no da cruz com o mesmo cuidado com que tratamos o nome de Deus.- foi o ponto de vista de alguém do mesmo grupo.

-Com certeza não podiam quebrar nenhum osso-.Supôs outro.

Estas palavras deslocavam-se das bocas directamente para o meu coração. Uma imensa curiosidade pedia respostas.

Confesso que não a acompanhei (não por uma atitude de desonra ou desrespeito pelos meus progenitores), apenas por eu ter vinte anos e minha mãe já passar dos setenta. Queria chegar rapidamente a casa para consultar o rolo do Saltério, corri para um salmo davídico que falava em que osso algum daquele corpo seria quebrado, outro profeta dizia, não me lembro onde, que o seu corpo seria sepultado por um rico.

No átrio da minha casa, depois de ter passado pelas conversas na rua, meus tios também conversavam a meio tom e a conversação não transbordava de assuntos, era o mesmo de ontem e de hoje, os acontecimentos daquela Festa, que agora se iniciara, marcaram com alguma agonia as vozes.

-«Poderia não ser um Deus- pensei comigo, enquanto consultava o Psaltério-, mas o carinho, o respeito, com que aquelas mãos estavam a tirar o seu corpo da cruz, como se aquele sangue queimasse, revelavam que não se tratava de um qualquer.»

-Apresentava de facto todos os sintomas da morte?- perguntou a minha mãe, como se tivesse adivinhado os meus pensamentos, por uma qualquer ligação umbilical.

- Era o que corria na cidade- apressei-me a responder. A confirmação post mortem fora rigorosa, selvática ao ponto de uma lança perfurar o peito, mas legalmente rigorosa.

Com certeza que o tempo da Festa iria demorar mais a passar, tinha trazido eventos novos. Havia na atmosfera da cidade o sentimento de que não seria uma Pessakh igual às anteriores. Mil e tantos anos que se passaram, desde a festa do exôdo, iniciada no Egipto, e a de ano nenhum poderia ser considerada igual a esta.

Aquele corpo reunira todas as conversas. Os sintomas da morte eram evidentes, tanto assim foi que eu fiquei admirado, como outros ficaram, por lhe não terem quebrado as pernas, os soldados romanos tinham especial gôzo em fazer isso.

-Era como se quebrassem a verticalidade dos judeus- Lembrei-me que era costume ouvir esta frase de meu pai, em cada execução na qual quebravam as pernas dos condenados para chegar o colapso da morte, fulminante.

Não obstante a excepção feita àquele corpo, as duas culturas iriam continuar de costas voltadas, os romanos cintilariam com o brilho das suas armaduras, como um fogo, sobre os judeus empobrecidos, mas eu sentia que aquele corpo iria ficar para sempre entre essas duas culturas, entre os nossos povos.

No início da manhã de mais um sábado, não muito longe dali, ouvi os galos que já deviam estar empoleirados, adivinhei-lhes um ar responsável. As sombras começavam a ficar iluminadas. Eram como um simples resumo da noite.

O sábado pararia todas as coisas, viagens, gestos, o amor. Mas na guarnição romana, na Torre Antónia, caindo sobre os mosaicos da gábata, os passos dos legionários estavam longe do sábado. Nada fazia depôr as armas e a redobrada atenção para evitar os tumultos eventuais da Festa. Milhares de judeus, prosélitos, gregos, homens e mulheres, refaziam a liturgia da saída memorial do Egipto.

Um cordeiro obrigatório seria transaccionado, os pães asmos amargariam na boca e, por causa do que tinha acontecido àquele Jesus, a consciência amargaria também. Aqueles que tinham contactado com o corpo em vida, com a sua vitalidade, sentiam que tinham uma parcela de responsabilidade naquela morte. Por muito que quisessem ignorar, o seu coração carrregava agora uma cultura sacrificial da morte. E o desaparecimento do corpo, embora muitos soubessem o local onde estava sepultado, fazia-os tactear.

-Jovem Samuel- ouvi que me chamavam, quando sai de casa para dar os passos que a Lei mosaica me permitia dar num sábado. Temeroso por estar a penetrar no reduto do inimigo, não obstante contar ali com um amigo, não podia no entanto deixar de arrancar do meu aramaico para o latim, as respostas que me pediam os soldados.

-Que milagre se terá passado para esse Jesus ter morrido tão depressa?- Perguntou-me um deles.

-Uma morte por este processo pode demorar dias- parecia exagerar outro.

-Quem quer que tenha agido, qualquer ignoto demiurgo, poupou-nos a rudeza da tarefa – considerou um terceiro.

-De lhe quebrarem as pernas?- Perguntei.

O centurião, meu amigo, confirmou. Notei que a sua voz estava embargada, ao dizer uma frase tão pequena. Um «sim, não quebramos» levou tempo demasiado. A sua emoção era visível. Fora ele, soube-o depois, que afirmara perante o colapso da voz do crucificado, do seu corpo enfim livre do sofrimento, e da própria natureza, que «verdadeiramente este era Filho de Deus».

O seu corpo morto envolto num lençol de linho, como ontem o vimos, empolgou-nos a todos. Só em alguns a imagem recordada desse corpo ficaria entre lágrimas, nos olhos que exprimiam silêncios interiores como duas luzes molhadas.


Por: João Tomaz Parreira
(Publicado em 24 de Novembro/2006 no Portal Evangélico de Portugal)

terça-feira, 13 de maio de 2008

CONTO: Natasha e Luciano - PARTE 1

O TELEFONE TOCOU ...

- Alô?

- Alô. Luciano?

- Sim. Quem é?>

- Não conhece mais a minha voz?

- Não estou conseguindo identificar. Quem está falando?

- Nossa, como foi fácil pra você me esquecer... Acho que não tivemos muito significado...

-Natasha?!

- Oi...

- Que surpresa você me ligar! Pra quem disse que queria me esquecer para sempre ...

- Vai ofender? Eu desligo!

- Fique à vontade, querida. Quem ligou foi você mesmo...

- Não, espere, não vou desligar. Desculpe. É que estou aborrecida, só isso.

- Tá. E o que você quer?

- Nada. Eu só queria ouvir sua voz.

- Só? Então já ouviu. Mais alguma coisa?

- Espere, pare de ser grosso. Não, desculpe, não desligue. É que eu estou me sentindo muito sozinha.

- Foi você quem quis assim, querida. Sorva do seu próprio veneno.

- Realmente você não muda. Só sabe acusar...

- Bom, vou desligar. Tchau...

- NÃO, PELO AMOR DE DEUS, não desligue, espere, preciso te dizer algo...

- Fala logo, Natasha, tenho que trabalhar.

- Eu estava errada. Me perdoe.

- ERRADA? Você estava errada? Tem certeza disso? Será que não é um pouco tarde pra dizer isso?

- Mas agora eu reconheço...Por favor, amor, me perdoe!

- Agora? Depois que você acabou comigo, querida? Até hoje eu pago o mico do papelão que você me fez passar... Convites distribuídos, acampamento alugado, comida encomendada, viagem paga, meu casamento com você, tudo perdido... (Luciano suspira). Sofri, sofri mesmo. Queria matar você! Droga, por que eu tive que amar você? Mas tudo bem. Já faz dois anos... Ah, meu Deus, dois anos...

- Luciano, pelo amor de Deus, me perdoe!

- Pra que você quer o meu perdão? Você nem ligou pra dizer que já estava com outro cara. Pra que perdão? Vai viajar com ele, vai viver com ele, meu bem... Só me deixe em paz, por favor (Luciano chora baixinho).

Sem se dar conta, Luciano percebe uma pessoa na porta do escritório. Era ela. Natasha estava olhando pra ele. Ela falava do celular. Luciano fica
perplexo, alegre e triste - ela está linda, belíssima, muito elegante. Mas seu rosto está abatido, cansado, doente. Na mão tinha uma sacola.
Aproximou-se da mesa de Luciano, e, com olhos lacrimejantes, desligou o
celular, olhou para ele e disse:

- Oi, amor.

- Oi, Natasha. Pare de me chamar de amor. Você tá um caco, filha!

Olhos baixos, Natasha começa a tirar da sacola algumas coisas: uma caixa do correio com um CD do Demmis Roussos, que Luciano havia enviado de presente
no aniversário, uma boneca de porcelana numa casinha de papel, um celular pré-pago, alguns livros devocionais, uma bíblia de Genebra e um pacote de fotografias. Luciano a observava, perplexo, triste, e via as lágrimas de Natasha molharem a fórmica da sua escrivaninha.
Cada objeto tirado era uma facada no coração sofrido de Luciano. Algumas coisas lhe custaram caro, ele fizera grande esforço para pagá-las. Mas, pensava ele, se era pra ela, valeria à pena o esforço. Quando tudo terminara, ele se arrependera de tanto gasto desperdiçado...

- Pensei que você havia jogado as coisas que lhe dei, Natasha...

- Eu nunca me esqueci de você, Luciano. Eu errei. Errei muito, me perdoe...

Luciano, jovem advogado, lutador com as interpéries da vida, sabia que Natasha poderia estar mentindo, como tantas outras vezes, quando namoravam e
mesmo quando eram noivos. Mas havia um quê de diferente no olhar vermelho de Natasha.

- Por que você veio hoje aqui, Natasha? Deu a louca? O que te traz aqui?

Natasha suspirou, chorou, recompôs-se e disse:

- Estou com câncer, Luciano...

- CÂNCER? - Luciano petrificou-se.

- Sim, amor, eu vim me despedir. Saí do hospital à força, pra falar com você e pra morrer em casa...

Luciano não esperava por essa. Veio-lhe à memória uma de suas discussões, onde Natasha, na hora do nervoso, dissera: "E daí, Luciano? Que se dane a igreja, que se dane o pastor, que se dane você, e se Deus achar que estou errada, que me castigue..." Nossa, era como se a cena passasse de novo na
mente de Luciano.

- Como foi, Natasha?

- Depois que eu deixei você, amor, fui caindo no abismo, afastei-me do Senhor, fui morar com o André, abandonei a Cristo. Eu estava cega. Mas Deus me amava, Luciano. Se eu não fosse dEle, estaria numa boa agora, bem com o André, bem comigo e pronta pra ir pro Inferno. Mas, por amor, Deus veio corrigir-me. Ele repreende e castiga a quem ama. Ele me ama, Luciano! Estou
doente. Mas estou bem, porque estou podendo vir até você pra pedir perdão!
Nunca fui feliz, nunca tive paz, saí de casa com 3 meses de vida a dois. O André me batia, me traía, eu fugi.

- E ele não foi buscar você de volta?!

- O André foi assassinado, Luciano. Tráfico de drogas.

Luciano estava perplexo.

- Luciano, estou voltando pro Senhor, estou me preparando pra partir. Mas tenho que receber o seu perdão, amor! Sei que nunca irei compensar o que lhe fiz, mas... por favor... ME PERDOA, AMOR!

Luciano olhou para aquele resto de mulher - outrora tão orgulhosa, ostentando tanta beleza e auto-suficiência, confiando tanto em seu corpo e em sua fulgurante beleza, e agora, bonita ainda, mas notadamente pálida, enferma, cheia de hematomas nos braços, pescoço e pernas, e triste, profundamente triste, a implorar-lhe perdão para morrer em paz!

Cena patética! Ali estava quem Luciano mais amara na vida, quem mais o fizera sofrer, a depender de uma palavra apenas, para morrer em paz!

"Hora da vingança", veio-lhe à mente. Claro, agora seria a hora da revanche! Mas Luciano era um moço crente, de bom coração, e seria incapaz de reter a bênção para aquela a quem tanto amara e que, infelizmente, ainda tanto amava e tanto o fazia sofrer...

- Quer que eu perdoe você, Natasha?

- SIM, PELO AMOR DE DEUS, Luciano! Nunca mais tomei a Ceia do Senhor, nunca mais louvei ao Senhor com alegria, nunca mais fui membro de igreja, não agüento mais! Aceito as conseqüências, mas, por favor, diga que me perdoa!

Enxugando as lágrimas, refazendo-se, Luciano olhou-a no fundo dos olhos, tomou as suas duas mãos, que estavam frias como as de um defunto, e lhe disse, num terno sorriso misericordioso:

- Querida, desde que você foi embora eu já havia lhe perdoado. Mas, se você quer escutar e sentir paz, ouça-me: EU PERDÔO VOCÊ POR TUDO QUE ME FEZ. VOCÊ ESTÁ LIVRE EM NOME DE JESUS!

Natasha tremeu. Gritou "aleluia", sorriu, chorou, e caiu desmaiada.

Logo o assistente de Luciano veio ajudá-lo, e, colocando-a no carro, levaram-na para o hospital. Luciano tinha o telefone de toda a família ainda, ligou e avisou. Em uma hora todos estavam ali na recepção, tristes, aflitos, alguns desesperados. Chegou o pastor. A família implorou-lhe que fosse até a UTI orar com ela. O pastor, que conhecia o Luciano, olhou bem pra ele, pensou, fechou os olhos em oração, e, a seguir, falou:

- Quem tem que entrar é o Luciano. Vá lá, Luciano. Eu conheço o diretor da UTI, pedirei autorização.

- EU, PASTOR?

- Sim, filho. Ela é o seu amor.

- FOI, PASTOR..

- Não, filho. Deus o uniu a ela novamente, ainda que seja na despedida.

Luciano não sabia o que fazer. A família, desconsolada, chorava, mas a mãe, certa do que tinha que ser feito, empurrou o Luciano até a porta, dizendo:
"Vai, filho, corre, antes que seja tarde!"

Ah, aquele corredor que dava para a UTI parecia não ter fim! Cada passo dado era uma lembrança: o primeiro beijo, a primeira maçã-do-amor, o primeiro jantar, o primeiro por-do-sol juntos; o dia em que viajaram num encontro
missionário, o dia em que foram juntos à praia e que ele deu de presente a primeira rosa! O jantar de noivado, os telefonemas, tudo. Não sobraram recordações da tragédia, da traição, do desprezo. Na verdade quem ama guarda as más experiências numa sacola furada. E Luciano fez assim.

Vestido com o jaleco, a máscara e o sapato de pano, Luciano entrou. Vários boxes onde pessoas definhavam. Lá estava Natasha, no número 6. Estava no respirador artificial, cuja sanfona funciona como um pulmão e faz um barulho horripilante. Estava linda, mas totalmente ligada a aparelhos, notadamente

cansada, em coma, morrendo. Luciano sentiu sua dor. Chorou. Tremeu. Segurou
forte a mão de sua amada. Pensou em Cristo, que dera a vida pela noiva, pensou em Oséias, que aceitou a esposa adúltera novamente, pensou em Deus, que tantas e tantas vezes tratou a Jerusalém com compaixão. Quem era ele para não perdoar? Quem era ele para não acolher?

Então orou.

"Senhor, o que posso dizer? Minha garota está morrendo! Ex-garota, claro. Mas mesmo assim está doendo, Pai! E eu sou impotente diante de tudo isso!
Essas máquinas, esse cheiro de éter e de carnes inflamadas, esse barulho infernal, meu Pai, o que posso dizer? Que deixe a minha garota morrer em
paz? Sim, Senhor, leve-a para a tua glória! Eu a amo! Mas sei que tu a amas mais do que eu! Abençoa a Natasha. Em nome de Jes...>

Subitamente Luciano pensou em completar a oração com o seguinte pedido:

"Mas, Senhor, se ainda houver um espaço para ela viver para ti, recuperar parte do tempo perdido, se na tua infinita misericórdia não for demais, por favor, Senhor, cura a tua serva. Ela já sofreu bastante, ela aprendeu, Senhor. Até eu, que fui o mais ofendido, já a perdoei! Por favor, Senhor, se der, devolve-lhe a vida! Mesmo que não seja pra viver comigo. E agora sim, em nome de Jesus. Amém".

- Por favor, me avisem - disse Luciano aos familiares - , me avisem quando
tudo terminar. Quero estar presente.

E foi embora. Tirou a tarde para viajar, seu hobby preferido: foi pra uma
cidadezinha próxima, ver o por-do-sol...

[ CONTINUA... ]

CONTO: Natasha e Luciano - PARTE 2

No caminho, ao longo da rodovia, seus pensamentos corriam mais que o vento:
por que tudo isso estaria acontecendo? As coisas não poderiam ter sido mais fáceis? E agora? Ele, no carro, ela no hospital, a lembrança daquelas máquinas monstruosas de prolongar a vida não lhe saíam da memória... As lágrimas corriam, misturadas à poeira do vento seco do caminho.

Revoltado com tudo isso, parou o carro no acostamento. Encontrou uma
estradinha de terra. Devagar, como a seguir um féretro, entrou pela rota dos sitiantes. Subiu devagar a montanha, encontrou um mirante. Parou, abriu a
porta, e, num grito de dor e lamento, chorou. Ah, como chorou! Seu pranto
escorria pela porta do carro. Os pássaros, assustados, aquietaram-se nas árvores, contemplando aquele misto de dor e revolta. Parecia que todo o mundo fazia silêncio em respeito a tanta dor.

- Deus, por que? Por que? Por que? Por que tive que amá-la? Por que tive que vê-la? E agora, Senhor, o que fazer? E se tu a levares? O que será de mim? Eu já estava quase esquecendo, Senhor! Agora tudo volta a doer! Senhor, Senhor...

Cansado de tanto chorar, entrou no carro e deitou-se, estendendo o banco
para o fundo. Travou a porta, colocou uma fita de música clássica e desfaleceu. Ali estava um moço de valor, que amava e que lutava entre sua vontade e a vontade de Deus.

Sonhou durante o sono, no delírio da febre. Sonhou estar na igreja. Viu o pastor a pregar, e, ao seu lado estava Natasha, bonita e sorridente. Lá do púlpito o pastor dizia: "Aquele que amar mais à sua mulher, mais do que a mim, não é digno de mim - palavras de Jesus!" E, aos poucos, o sorriso de Natasha foi sendo coberto por uma neblina e desaparecia. Assim acordou.

Assustado e cônscio de que Deus falara com ele, pôs-se a orar, dizendo:

- Senhor, sei que é difícil, mas tenho que fazer isso. Confesso que estou revoltado, ó, Pai. Quero fazer a minha vontade, não a tua. Eu não estou conseguindo aceitar a tua vontade, caso seja a de levá-la embora! Sei que estou errado, Senhor, e sei que é isso que quisestes me falar. Senhor, sou teu servo e quero te obedecer. Se irás tirar a Natasha mais uma vez, tira-a, apesar de mim. Por mais que isso doa, Senhor, prefiro assim: não quero perder-te Senhor. Só me ajude e console o meu coração... Tu sabes o que será
melhor para ela, e também melhor para mim. Em nome de Jesus, amém.

Voltou a dormir.

Toca o celular.

- Alô?

- Luciano?

- Sim, sou eu.

- Aqui é o pastor, filho. Como você está?

- Bem mal, pastor. Mas sobrevivendo...

- Eu orei por você, garoto. Pedi a Deus para lhe fazer suficientemente forte para renunciar, se preciso for. Você quer conversar sobre isso?

- Pastor - disse, sorrindo o rapaz, - já o ouvi pregar agorinha mesmo no sonho, já renunciei a Natasha. Está doendo, mas estou em paz. Obrigado.

- Ótimo. Então volte pro hospital, Luciano. A Natasha acordou e saiu do estado crítico. Ela quer ver você...

- O QUE??? SÉRIO, PASTOR?

- Séríssimo. Vem com calma, mas acelera, filho...

Não levou hora e meia e Luciano estava entregando a chave do carro pro manobrista do hospital.

- E a Natasha? , perguntou à mãe dela.

- Filho, corre, ela está chamando por você! Vai, filho! Deus está agindo! Eu já a vi, mas ela teima que quer ver-lhe!

Agora o corredor do hospital era longo demais para ele. Se pudesse, daria
três passos em um, para chegar mais rápido e contemplar o rosto de sua amada. Seu coração estava disparado, pensava no que ouviria e no que diria. O suor lhe escorria pela face e as vistas estavam enfumaçadas. Correu a vestir o jaleco, o sapato de pano, as luvas e a máscara. Box 06. Lá estava ela, e três médicos palestrando. Ao olharem o rapaz, perguntaram:

- Você é o Luciano?

- Sim, doutor, sou eu. Por que

- Converse um pouco com ela. Ela gritou o seu nome por mais de meia hora e nos
deixou quase loucos! Isso é que é amor! Mas seja breve, ainda não entendemos essa súbita melhora. Temos que medicá-la novamente.

Aproximou-se do leito. Os lábios de Natasha estavam sangrados, a boca ferida, canos haviam saído da garganta, o pescoço estava com fios, braços e pernas com soro, sondas, enfim, uma cena dramática, mas não tanto quanto na última vez. Pelo menos o respirador artificial estava desligado, e em silêncio...

- Lu..cia..no.. me.u...a..mor....

- Fala, querida, eu estou aqui!

- Je..sus....veio..a..qui! Eu..vi!

Luciano deixou as lágrimas verterem de seus olhos, lágrimas quentes e profundas.

- Você estava sonhando, querida.

- Nã..ão, meu ..a..mor, Je..sus veio...me di..zer.. uma..coi..sa!

Um tanto alegre, mas também incrédulo, Luciano pergunta:

- E o que Jesus lhe disse, amor?

- Dis.se...que.. vo..cê..me ama..va e..que..es.ta...va... (cof! cof!) es..ta..va. orando lá..num sí..tio.. por..mim...e ..lu..tan..do ...para me renun..ciar..

Luciano gelou. Natasha completou:

- E..le.. me..dis..se..que..a.ceitou..a.sua..or.a..ção!

Agora ele estava arrepiado. Não só isso, ele estava com as pernas totalmente moles e adormecidas, num misto de medo e perplexidade.

- E sobre você, amor, ele disse alguma coisa?

- Dis.se..pa..ra....que..eu não ...pe..casse.. de nno..vo... - Natasha adormeceu.

- Natasha!!! Natasha!! Não morra!!!

- Calma, garoto - disse o médico - ela só adormeceu. Fique tranqüilo, mas saia agora, temos que seguir os procedimentos necessários.

E assim foi.

Natasha saiu do hospital em 20 dias. Sem explicação convincente, os médicos quiseram impetrar a si mesmos um erro de avaliação e diagnóstico,dizendo que pensaram que havia câncer onde nada existia, mas não sabiam explicar as dúzias de exames, de biópsias, de ressonâncias e de quimioterapias feitas. Claro, grande parte da medicina desconhece o poder de Deus, a misericórdia do Altíssimo. E um câncer desaparecido tem que parecer um mero "erro médico". Mas o milagre acontecera de fato...

Outra tarde, fim de expediente no escritório de Luciano, Natasha de pé em frente à escrivaninha de trabalho dele.

Luciano, de agora em diante eu viverei cada dia como um milagre do Senhor, e
viverei apenas e tão-somente para a glória dele.

- Que bom, Natasha! Espero que você seja feliz! Orarei sempre por você!

- Luciano...

- Fale, querida.

- Quero pedir só mais uma coisa.

- Se eu puder atender...

- Eu quero me casar com você e ser a sua mulher, a sua companheira, e servir ao Senhor ao seu lado. Eu te amo! Me perdoe por tudo que fiz!

Era tudo o que o rapaz queria ouvir. Sorridente, abriu a gaveta da
escrivaninha e tirou uma linda boneca de porcelana, numa casinha de papelão, idêntica à primeira, presenteada quando começaram a namorar. Levantou-se, entregou-lhe a boneca, abraçou sua amada pela cintura, trazendo-a para junto de seu rosto, e lhe disse, com um brilho jamais visto em seu olhar:

- Eu perdôo você e quero recebê-la como minha esposa, amor. Eu te amo!

- Também te amo, querido!

Não se podia descrever o que era mais bonito e brilhante; se o brilho do sol da tarde, clareando toda a sala pelas vidraças, ou se o brilho do beijo de Natasha e Luciano, ao som da mais linda música que o mundo pode ouvir: o palpitar de dois corações apaixonados. Aliás, apaixonados por Deus primeiramente, e, por causa do Senhor, apaixonados um pelo outro...


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O resto?

Bem, essa já será uma outra "PÁGINA SOLTA"...

Ainda tinha muitas coisas que vos escrever; não quis faze-lo com papel e tinta, pois espero ir ter com vosco e conversarmos de viva voz para que a nossa alegria seja completa.
A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.

Esse texto foi postado em 16/02/2004 no site LETRAS SANTAS (antigo).

CONTO: A Caderneta Vermelha

O carteiro estendeu o telegrama. José Roberto não agradeceu e enquanto abria o envelope, uma profunda ruga sulcou-lhe a testa. Uma expressão mais de surpresa do que de dor tomou-lhe conta do rosto. Palavras breves e incisas: "Seu pai faleceu. Enterro 18 horas. Mamãe."

José Roberto continuou parado, olhando para o vazio. Nenhuma lágrima lhe veio aos olhos nenhum aperto no coração. Nada!

Era como se houvesse morrido um estranho. Por que nada sentia pela morte do velho?
Com um turbilhão de pensamentos confundido-o, avisou a esposa, tomou o ônibus e se foi, vencendo os silenciosos quilômetros de estrada enquanto a cabeça girava a mil.

No íntimo, não queria ir ao funeral e, se estava indo era apenas para que a mãe não ficasse mais amargurada. Ela sabia que pai e filho não se davam bem.

A coisa havia chegado ao final no dia em que, depois de mais uma chuva de acusações, José Roberto havia feito as malas e partido prometendo nunca mais botar os pés naquela casa.

Um emprego razoável, casamento, telefonemas à mãe pelo Natal, Ano Novo ou Páscoa...
Ele havia se desligado da família não pensava no pai e a última coisa na vida que desejava na vida era ser parecido com ele.

O velório: poucas pessoas. A mãe está lá, pálida, gelada, chorosa. Quando reviu o filho, as lágrimas correram silenciosas, foi um abraço de desesperado silêncio. Depois, ele viu o corpo sereno envolto por um lençol de rosas vermelho, como as que o pai gostava de cultivar.

José Roberto não verteu uma única lágrima, o coração não pedia. Era como estar diante de um desconhecido um estranho.

Ele ficou em casa com a mãe até a noite, beijou-a e prometeu que voltaria trazendo netos e esposa para conhecê-la. Agora, ele poderia voltar à casa, porque aquele que não o amava, não estava mais lá para dar-lhe conselhos ácidos nem para criticá-lo. Na hora da despedida a mãe colocou-lhe algo pequeno e retangular na mão:

"- Há mais tempo você poderia ter recebido isto. Mas, infelizmente só depois que ele se foi eu encontrei entre os guardados mais importantes..."

Foi um gesto mecânico que, minutos depois de começar a viagem, meteu a não no bolso e sentiu o presente. O foco mortiço da luz do bagageiro, revelou uma pequena caderneta de capa vermelha. Abriu-a curioso. Páginas amareladas. Na primeira, no alto, reconheceu a caligrafia firme do pai:

- "Nasceu hoje o José Roberto. Quase quatro quilos! O meu primeiro filho, um garotão! Estou orgulhoso de ser o pai daquele que será a minha continuação na Terra!".

À medida que folheava, devorando cada anotação, sentia um aperto na boca do estomago, mistura de dor e perplexidade, pois as imagens do passado ressurgiram firmes e atrevidas como se acabassem de acontecer:

- "Hoje, meu filho foi para escola. Está um homenzinho! Quando eu vi ele de uniforme, fiquei emocionado e desejei-lhe um futuro cheio de sabedoria. A vida dele será diferente da minha, que não pude estudar por ter sido obrigado a ajudar meu pai. Mas para meu filho desejo o melhor. Não permitirei que a vida o castigue".

- "Roberto me pediu uma bicicleta, meu salário não dá, mas ele merece porque é estudioso e esforçado. Fiz um empréstimo que espero pagar com horas extras".

José Roberto mordeu os lábios. Lembrava-se da sua intolerância, das brigas feitas para ganhar a sonhada bicicleta. Se todos os amigos ricos tinham uma, por que ele também não poderia ter a sua?

- "É duro para um pai castigar um filho e bem sei que ele poderá me odiar por isso; entretanto, devo educá-lo para seu próprio bem. Foi assim que aprendi a ser um homem honrado e esse é o único modo que sei de ensiná-lo".

José Roberto fechou os olhos e viu toda a cena quando por causa de uma bebedeira, tinha ido para a cadeia e naquela noite, se o pai não tivesse aparecido para impedi-lo de ir ao baile com os amigos... Lembrava-se apenas do automóvel retorcido e manchado de sangue que tinha batido contra uma árvore... Parecia ouvir sinos, o choro da cidade inteira enquanto quatro caixões seguiam lugubremente para o cemitério.

As páginas se sucediam com ora curtas, ora longas anotações, cheias das respostas que revelam o quanto, em silêncio e amargura, o pai o havia amado. O "velho" escrevia de madrugada. Momento da solidão, num grito de silêncio, porque era desse jeito que ele era, ninguém o havia ensinado a chorar e a dividir suas dores, o mundo esperava que fosse durão para que não o julgassem nem fraco e nem covarde. E, no entanto, agora José Roberto estava tendo a prova que, debaixo daquela fachada de fortaleza havia um coração tão terno e cheio de amor.

A última página. Aquela do dia em que ele havia partido:

"Deus, o que fiz de errado para meu filho me odiar tanto? Por que sou considerado culpado, se nada fiz, senão tentar transformá-lo em um homem de bem? Meu Deus, não permita que esta injustiça me atormente para sempre. Que um dia ele possa me compreender e perdoar por eu não ter sabido ser o pai que ele merecia ter."

Depois não havia mais anotações e as folhas em branco davam a idéia de que o pai tinha morrido naquele momento.

José Roberto fechou depressa a caderneta, o peito doía. O coração parecia haver crescido tanto, que lutava para escapar pela boca. Nem viu o ônibus entrar na rodoviária, levantou aflito e saiu quase correndo porque precisava de ar puro para respirar. A aurora rompia no céu e mais um dia começava.

"Honre seu pai para que os dias de sua velhice sejam tranqüilos!" - certa vez ele tinha ouvido essa frase e jamais havia refletido o na profundidade que ela continha. Em sua egocêntrica cegueira de adolescente, jamais havia parado para pensar em verdades mais profundas. Para ele, os pais eram descartáveis e sem valor como as embalagens que são atiradas ao lixo. Afinal, naqueles dias de pouca reflexão tudo era juventude, saúde, beleza, musica, cor, alegria, despreocupação, vaidade.

Agora, porém, o tempo o havia envelhecido, fatigado e também tornado pai aquele falso herói. De repente... No jogo da vida, ele era o pai e seus atuais contestadores. Como não havia pensado nisso antes? Certamente por não ter tempo, pois andava muito ocupado com os negócios, a luta pela sobrevivência, a sede de passar fins de semana longe da cidade grande, a vontade de mergulhar no silêncio sem precisar dialogar com os filhos.

Ele jamais tivera a idéia de comprar uma cadernetinha de capa vermelha para anotar uma frase sobre seus herdeiros, jamais lhe havia passado pela cabeça escrever que tinha orgulho daqueles que continuam o seu nome. Justamente ele, que se considerava o mais completo pai da Terra?

Uma onda de vergonha quase o prostrou por terra numa derradeira lição de humildade. Quis gritar, erguer procurando agarrar o velho para sacudi-lo e abraçá-lo, encontrou apenas o vazio.

Havia uma raquítica rosa vermelha num galho no jardim de uma casa, o sol acabava de nascer. Então, José Roberto acariciou as pétalas e lembrou-se da mãozona do pai podando, adubando e cuidando com amor. Por que nunca tinha percebido tudo aquilo antes?

Uma lágrima brotou como o orvalho, e erguendo os olhos para o céu dourado, de repente, sorriu e desabafou-se numa confissão aliviadora: -"Se Deus me mandasse escolher, eu juro que não queria ter tido outro pai que não fosse você velho! Obrigado por tanto amor, e me perdoe por haver sido tão cego."

Autor desconhecido.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

NOVIDADE (EUA).. The Shack (A Cabana) - By: William P. Young

The Shack (A CABANA)
Autor: William P. Young
Editora(s): Windblown Media / Paperback
Pags: 256

A filha mais jovem de Mackenzie Allen Philips (Mack), Missy, foi seqüestrada durante umas férias de família e a evidência de que ela pode ter sido brutalmente assassinada é achada em uma cabana abandonada no deserto de Oregon.

Quatro anos mais tarde, em meio à sua "onda de tristeza", Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente de Deus, convidando-o a voltar para aquela cabana por um fim de semana. Contra sua vontade ele retorna à cabana em uma tarde de inverno e caminha de volta ao seu pesadelo mais escuro. O que ele achará lá mudará seu mundo para sempre.

Em um mundo onde a religião parece algo crescentemente irrelevante, "A cabana" luta com a pergunta infinita: "Onde está Deus em um mundo tão cheio de dores indizíveis?"

As respostas que Mack encontra conseguirá surpreender você e talvez transformar a você tanto como fez com ele. Você quererá que todo mundo saiba o que você saberá ao ler este livro!

As SÉRIES de ficção

Uma grande moda da uns tempos para cá nos EUA é a chamada "série" nos livros de ficção evangélicas.

Tivemos aqui no Brasil as séries CRIS e SELENA (Robin Jones Gunn), DEIXADOS PARA TRÁS (Jerry Jenkins & Tim LaHaye), AS AVENTURAS DE ALAN E LILA (Frank Peretti), O AGENTE(Jerry Jenkins), entre aluguns outros.

Porém, nos EUA tem-se uma extensa lista que não dá para relacionar aqui.
É só entrar no site http://www.christianbook.com/ pra conferir a grande quantidade de obras nesse estilo. Uma pena que aqui no nosso país ainda não temos tantos como lá no país do tio Sam.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

SÉRIE CRIS 01 - Promessa de Verão

Sinopse:

Ela saiu de uma cidade pequena para passar as férias na Califórnia. E que férias! Passeios em praias maravilhosas, restaurantes, compras no shopping e uma transformação no visual. Nada que lembrasse aquela vidinha sem graça do interior.

Foi essa onda de mudanças que levou Cristina Miller ao encontro de um incrível Promessa de Verão!

Tudo parecia perfeito: aquela garota de quatorze anos vai passar as férias na praia, na casa dos tios ricos, conhecer outras pessoas, lugares diferentes, e ainda por cima longe dos pais! Era tudo o que uma adolescente poderia querer.

Só que nem tuso sai do jeito que ela esperava. Ted, o rapaz mais bonito do lugar, parece não se decidir se gosta de Cris ou de outra garota. Como se não bastasse essa confusão de sentimentos, uma festa termina num acidente fatal e Cris tem que contar para a polícia tudo o que sabe sobre o caso e explicar se também está envolvida com drogas. E pra complicar ainda mais a situação, seu relacionamento com a tia come;a a ficar difícil.

Cris havia feito uma promessa a seus pais: não fazer nada de que se arrependesse mais tarde. Será que ela vai conseguir cumprir sua promessa? Ou vai topar qualquer coisa para conquistar Ted, entrar de vez para a turma e mergulhar de cabeça em tudo o que aquele verão parece prometer?

Digitalização deisemat.

Para fazer o download [CLIQUE AQUI].

OBS: A SÉRIE CRIS É COMPOSTA DE 12 LIVROS.

NEPHILIM - Caio Fábio

Sinopse:

Esta é uma obra de ficção. Uma história de magia, paixão, religião, poder, amor, sexo, aventura e reflexões sobre a ascensão e queda do homem e sua relação com Deus, com os anjos e com a Criação.

Toda e qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Por esta razão, nela não tenho outra intenção senão provocar a imaginação de meus leitores, na busca de tentar pensar, sem nervosismo religioso ou doutrinário, uma das mais intrigantes histó¬rias da humanidade, com suas implicações na própria formação do psiquismo humano e seus mitos.

Aqui, portanto, não faço doutrina e nem ofereço argumentos de natureza teológica, mas apenas exerço o privilégio de ter recebi¬do a benção da imaginação.

Para fazer o download [CLIQUE AQUI].

quinta-feira, 8 de maio de 2008

NOVIDADE .. Anathema - By: Colleen Coble


Anathema
Autor(a): Colleen Coble
Editora: Thomas Nelson
Páginas: 336
Data da publicação: 2008

SINOPSE:

Um Romance de Suspense do premiado Romancista Colleen Coble.

Hannah Schwartz escapa de sua família para encontrar com seu namorado, Reece Ericson. Quando ela retorna, descobre seus pais assassinados e suas colchas, feitas à mão, roubadas.

Anos mais tarde, uma Hannah evitada retorna a cena do crime com esperanças de restabelecer sua família e sua fé. Mas enquanto muito mudou na vida de Hannah, o perigo em casa continua e agora a ameaça com uma vingança.

www.christianbook.com/

quarta-feira, 7 de maio de 2008

DICA: Deixados para Trás 1 - Jerry B. Jenkins & Tim LaHaye


Primeiro livro da série "Deixados Para Trás".

Num instante cataclísmico desaparecem do planeta milhões de pessoas.
De repente, os veículos se descontrolam, sem ninguém que os dirija.
O povo fica atemorizado ao ver desaparecer seus amigos, parentes, gente querida diante de seus próprios olhos.

Em meio ao caos mundial, Rayford Steele, comandante de aviões comerciais, deve buscar a sua família... as respostas... a verdade... Por mais devastadores que sejam os desaparecimentos, os dias mais tenebrosos ainda estão por chegar.

Este mundo tenebroso I - Frank Peretti


Sinopse (extraída do site submarino):
Desde Cartas do Diabo ao Seu Aprendiz, de C. S. Lewis, Este Mundo Tenebroso é o livro mais fascinante a respeito da realidade da guerra espiritual já escrito. Frank Peretti lança um olhar agudo e mordaz sobre a guerra espiritual e a necessidade de oração.

Com seu estilo peculiar e cativante, o escritor prende a atenção dos leitores ao descortinar uma assombrosa realidade espiritual que muitos têm esquecido. Um clássico no gênero de ficção que ao mesmo tempo envolve e edifica. Uma obra de tirar o fôlego!

Para fazer o download [CLIQUE AQUI].

Este mundo tenebroso II - Frank Peretti


Esse é o 2º volume do consagrado Este Mundo Tenebroso, que apesar de ter um personagem em comum com o primeiro, traz um enredo diferente daquele. Foi lendo esse livro que fui despertado para a leitura e escrita (não me canso de dizer).

Sinopse (extraída do site submarino):
Este livro conta a história de uma das maiores batalhas espirituais já travadas pelos anjos de Deus contra os principados e potestades deste mundo tenebroso. O episódio tem seu início sob o céu e entre os habitantes da cidadezinha de Bascon, propagando-se em seguida por outros lugares.

Essa tremenda batalha, durante a qual o Reino da luz luta contra o Reino das trevas, envolve Sally Roe, jovem solitária e fracassada, que subitamente torna-se vítima de uma trama maligna que tem como objetivo assassiná-la e fechar uma escola cristã.

No vasto panorama de ações emocionantes, as experiências vividas por Sally traçam um quadro real de nossa época, um reflexo dos nossos fracassos, e uma vívida proclamação do poder vitorioso e redentor da cruz.

Para fazer o download [CLIQUE AQUI].

terça-feira, 6 de maio de 2008

(IDÉIA) - CRIATIVIDADE & + CRIATIVIDADE!

Há muito tempo eu pensava em crostruir algo voltado mais para a ficção evangélica, pois é algo que desde a primeira vez que tive contato, ao ler algumas linhas da obra de Frank Peretti "Este mundo Tenebroso II" me envolveu e encantou por completo, despertando-me para a leitura e para a escrita. Portanto, não poderia deixar de divulgar as obras literárias que visam entreter e edificar os cristãos.

Creio, porém, que ainda falta uma divulgação maior por parte das editoras, escritores e outros para alavancar esse gênero que secularmente é tão bem quisto, mas no meio evangélico é deixado em segundo plano.

Nesse blog, estaremos tratando de assuntos relacionados ao mundo da ficção cristã (romance, ficção, conto, filme, teatro, etc.), trazendo lançamentos, notícias, idéias, palavras...

Espero reunir aqui um acervo considerável.

Espero reunir aqui autores profissionais e amadores, amantes de Deus e da ficção.

Espero reunir aqui criatividade.


Naasom A. Sousa
Paragominas-PA
06/05/2008.